Aqueles que decidem que pouco valemos,
Aqueles que não respeitam o facto de sermos humanos,
Aqueles que nos vêm como seres inúteis,
Aqueles que nos tratam com despeito,
Que nos olham com nojo,
Aqueles que não nos acompanham,
Aqueles que exigem perfeição mediante as suas próprias imperfeições,
Aqueles que nos tiram sem agradecer,
Aqueles que nada nos dão,
Aqueles que nos cospem no ego,
Que nos esquartejam o amor próprio,
Tal como aqueles que nos ignoram...
Estão perdoados.
Ao fim de algum tempo,
Devemos aplicar o tempo a perdoarmos a nós próprios por termos permitido que alguém um dia tenha decidido nos tratar desta forma.
Todos temos uma altura em que podemos optar, entre o despeito e o amor... Uns optam pelo caminho mais fácil, o despeito... resta aos outros a construção do amor, em especial o próprio.
Haja cola para tantos cacos ... haja guita para os segurar também.